Não vão acabar, mas vão redistribuir. O tráfego para buscas puramente informacionais ("o que é X") tende a diminuir, porque as IAs respondem diretamente sem que o usuário precise clicar. Já o tráfego para buscas transacionais e de alta intenção ("contratar X", "comprar X") deve se manter forte.
O impacto real é no topo do funil. Marcas que dependiam de tráfego informacional para gerar awareness vão precisar se adaptar. A boa notícia é que se a IA cita sua marca na resposta, você ganha exposição sem clique, o que pode gerar busca de marca e tráfego direto posteriormente.
A estratégia de quem quer se proteger é diversificar: não depender só de tráfego orgânico do Google, investir em presença em IAs (GEO), em comunidades e em canais proprietários como e-mail e LinkedIn. O Marketing de Resposta foi desenhado exatamente para esse cenário de diversificação de canais.